Clara como o brilho da lua, seria luminosa mesmo na escuridão. Bela como a luz do sol, clareia a sereia dos sonhos e fantasia. Brilhante como a estrela do oriente, parece viajante nesses mares do sul. Prateada como os horizontes, motra sua face numa cascata de luz. Miragem de delírio tropical, brilha como o céu azul na manhã. Seria milagre a clareira luminosa na escuridão, como a estrela do sul no céu do oriente. Rio de espelhos nesses mares de fantasia, será a luz do dia sob o sol da manhã. Clara como a luz do sol, sereia luminosa nesses mares do sul. Bela como o brilho da Lua, seria clareira luminosa na escuridão. Prateada como o espelho das águas, estrela do oriente nesse céu azul. Brilhante fantasia, clareia como a magia dos tempos de criança. Paisagem de luz, seria mistério. Fonte de sonhos prateados, vejo os mares brilhantes do divinal querer. Clareira azul de ondas que vão e vem. Na paisagem, sob o sol da manhã, num delírio tropical, prateando horizontes, numa clareira só, vejo pela cascata de espelhos o brilho, belo, claro e prateado dos mares do amor.
Clara como a luz do sol, clareira luminosa nessa escuridão. Bela como a luz da lua, estrela do oriente nesses mares do sul. Clareira azul no céu, na paisagem, será magia, miragem, milagre. Será mistério! Prateando horizontes, brilham rios, fontes, numa cascata de luz. No espelho dessas águas, vejo a face luminosa do amor. As ondas vão e vem, e vão e são como o tempo. Luz do divinal querer, seria uma sereia, ou seria só, delírio tropical, fantasia. Ou será, um sonho de criança, sob o sol da manhã.