Que não passa por aqui


Depois de cinco traumatizantes minutos na noite anterior tentando negociar com o portão que se recusava a abrir, no sereno, com um carro sem nenhum sinal de vida humana parado atrás de mim, os faróis acesos e um tipo de luz alienígena vindo de dentro, eis que tenho uma não-conversa com o Irmão Caçula as 7h da madrugada. Uma conversa banal sobre complexidade de algoritmos, métodos de aproximação numérica, bandejão, fórmulas obscuras de química, supermercado fechado, bateria do celular descarregada, e outras coisas que já não me lembro. Tudo isso somado a uma manhã chuvosa que eu pretendia passar dormindo, não fosse ser acordada antes do previsto e uma prova de quatro aulas que me espera. Bom dia.

... entre o fim do mundo e o fim do mês,  entre a verdade e o rock inglês, entre os outros e vocês, eu me sinto um estrangeiro, passageiro de algum trem...